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30 de maio de 2009

Alguma coisa podemos aprender com os cardápios de restaurantes: eles fazem parte da "experiência" dos sentidos para proporcionar prazer. E seguem alguns truques para nos fazer gostar mais... e gastar mais também.


Experiências sensoriais desencadeiam no cérebro respostas rápidas. A visão de um suculento hamburger no anúncio na televisão ou o cheiro de um doce de chocolate despertam a vontade de experimentar. Estes são dois exemplos de como podemos explorar a psicologia sensorial para influenciar as decisões de compra do consumidor em um restaurante.

Além de impactar o cliente pelos aromas e sabores, uma boa casa deve impactar também pelo visual, que vai da decoração ao mais importante - o cardápio!

Layout

O design é crucial. A melhor opção é por um layout simples e com fontes clean. Só coloque fotos se elas forem mais bonitas que o prato em si, fotos do estilo McDonald’s. Se a foto for amadora, o efeito é contrário, a comida fica com aspecto asqueroso, não dá fome, dá enjôo.

Um cardápio de página dupla é sempre a melhor opção para levar o cliente aos melhores pratos. A leitura num cardápio de página simples é vertical, mais fácil de comparar preços.



Porém a leitura num cardápio de página dupla é mais complexa e nos obriga a olhar para vários lugares. Com isso podemos colocar os produtos mais rentáveis nas melhores partes. Como o canto superior direito.

Disfarce os preços

O que restaurantes, pelo menos a maioria, fazem com o cardápio: colocam todos os preços alinhados à direita, um abaixo do outro. Se todos eles estão assim eu posso facilmente comparar e certamente escolherei os mais baratos. É melhor ter os preços e cifrões colocados discretamente no final da descrição de cada produto.

Faça o cliente folhear

Um cardápio deve ser como um supermercado. Os itens mais pedidos, mais comuns, como hamburgers, sanduíches e fritas, devem estar escondidos no cardápio. Não devem ter acesso fácil. No supermercado os itens que compramos com frequência, como leite, carnes, arroz e feijão, sempre ficam nos fundos; nós temos que comprá-los mesmo, então tanto faz o lugar onde estiverem, nós vamos até lá.

Como estão no fundo, o supermercado nos obriga a passar por vários outros produtos mais caros e que podemos comprar por impulso. Escondendo os itens comuns no cardápio, o cliente é obrigado a ver outros produtos, o que aumenta a sua chance de gastar mais e não optar pelo de sempre.

O nome do prato

O nome do prato é a parte mais importante para vendê-lo a quem não o conhece. Um cliente não será incentivado a experimentar um prato novo por causa do preço. O nome precisa ser criativo, criar interesse, despertar a curiosidade.

Um amigo renomeou todos os itens do seu cardápio com nomes nada convencionais, deixando qualquer um curioso com qualquer prato. Por exemplo, o torresminho com mandioca virou “tadinho do Chiquinho”, a carne de sereno virou “não sou carne de sol” e assim por diante. Os adjetivos também não devem ser poupados, eles são tão importantes quanto o próprio nome.

O que você acha melhor? Ovos mexidos ou ovos mexidos com manteiga fresca? Pense em sabores e gostos, palavras como crocante e picante dão ao cliente uma melhor idéia do que está por vir. Longas descrições devem ser reservadas para os pratos mais rentáveis.

Lembre-se:

* Um cardápio não é um amontoado de letras, não é anúncio publicitário. Dê destaque ao que precisa ter destaque.
* Vermelho e amarelo são cores que evocam a fome. Usadas na forma correta dão vida ao cardápio; usadas demais, cansam qualquer um.
* Os pratos que possuem mais atributos (nome diferente, adjetivos, descrição…) vendem mais que “nomes sozinhos” no cardápio.
* Nosso olhar é preguiçoso, ele é atraído por qualquer coisa diferente. Seja o negrito de uma letra ou uma caixa em volta do texto. É fácil levar o olhar do cliente para onde interessa sem agredir o layout.
* O canto superior direito deve ser sempre reservado para o prato mais lucrativo.
* Tenha versões diferentes do mesmo cardápio para atender necessidades diferentes. Se recebe muitos turistas, tenha ele em outros idiomas, se recebe pessoas idosas, tenha um com fontes maiores.

Com certeza um cardápio não faz milagre. Ele faz parte da “experiência”, que é aquilo que motiva alguém a indicar um restaurante para um amigo. O atendimento dos garçons, o ambiente, a música, a decoração, as pessoas, os pratos, o cardápio… tudo deve estar alinhado para proporcionar ao cliente a melhor experiência possível. Só assim ele voltará a comer ali novamente!


Vi no IfdBlog
Original no Webinsider



Mais cedo ou mais tarde aquela marca tão adorada sempre acaba se desgastando. Os motivos são os mais diversos. Talvez a empresa queira mudar o foco, atingir outro tipo de público-alvo, modernizar um logotipo velho, ou simplesmente pela estética. Fato é que o desgaste e a renovação são coisas que estão sempre na vida das grandes marcas, e pra isso existem os designers.

Um redesenho de logotipo requer muita cautela, precisa passar por diversos testes de aceitação e semiótica. Um erro pode ser fatal, e quanto maior a empresa, maior o impacto negativo.

Aqui vai uma lista de 30 logotipos redesenhados. Do lado esquerdo os antigos, do direito, os novos. Julgue você os erros e acertos.
































Fonte dos redesigns

Esse é um blog essencialmente sobre design, mas as suas vertentes também precisam ser abordadas.

No caso do Webdesign, as práticas de SEO (Search Engine Optimization) são essenciais. Para ilustrar e introduzir o assunto, fica aqui uma palestra em vídeo bem interessante.

Heric Tilly fala sobre SEO e aborda técnicas de: Conteúdo, Meta Tags e URLs amigáveis,Backlinks, Robôs de Busca, como ajudar os robôs a encontrarem seu site, analisar dados de acesso ao site e melhorar seu posicionamento nos resultados.



Um pequeno vídeo. Um tom sarcástico. Alguns atores.

Pronto.

Está feito um vídeo sensacional, que explica de forma absurdamente verdadeira algumas situações que nós, freelancers, passamos ao tentar vender nossos trabalhos para alguns clientes.

(em inglês)


Mais verdadeiro, impossível.

PS.: Conselho de amigo. Se você trabalha com internet e ainda não aprendeu inglês, mexa esse traseiro! Está perdendo muita coisa, inclusive a carreira.

22/05/2009

PORQUE INVESTIR EM DESIGN DÁ RETORNO!


Num mercado globalizado e cada vez mais competitivo, são fatores decisivos para o sucesso de uma empresa, a credibilidade da sua imagem e a qualidade dos produtos que ela oferece. Não basta ser bom, é preciso parecer bom. Ao investir na identidade visual da sua empresa, você estará investindo na sua imagem e na forma como deseja que ela seja percebida pelo seu público consumidor.

QUAIS OS BENEFÍCIOS DO USO DO DESIGN?

• Na imagem da empresa: Usando o Design, as pessoas passam a ver a empresa como inovadora, moderna, contemporânea. É uma campanha de Marketing extremamente econômica, pois a imagem fala por si.

• Na otimização de custos: Além de atrair o consumidor, o uso do Design faz com que o produto ou serviço sejam desenvolvidos com economia através de estudos que priorizarão o melhor custo x benefício.

• No aumento da competitividade: As empresas enfrentam forte concorrência. Nessa disputa, sairá vencedora aquela que se destacar com o cliente. Um bom Design desperta atenção. O Design atua como vendedor do produto, através da estética e da funcionalidade. O primeiro contato com uma empresa é através do visual, daí a importância da estética.

É PRECISO INVESTIR MUITO?

A relação custo-benefício do Design é muito boa. Todos os empreendimentos podem se beneficiar com um pequeno investimento. Pesquisas internacionais dão conta de que, para cada dólar investido em Design, há 5 dólares de retorno.

COMO CONTRATAR?

A empresa também precisa saber sobre quem está contratando.
Neste caso, deverá ser verificado se a consultoria a ser contratada:

• Conhece o tipo de produto ou serviço da empresa;
• Trabalhou para outras empresas do ramo;
• Está devidamente habilitada.

Exija sempre currículo e portfólio. Nestes estarão fotos e reproduções
dos trabalhos já realizados pelo contratado, o que ajuda na avaliação
de suas capacidades, para quem já trabalhou e os resultados alcançados.
Procure conhecer bem a experiência do contratado. Na contratação,
leve em consideração as referências apresentadas como uma forma de
garantir resultados melhores.

Fonte: CNI – Confederação Nacional da Indústria
do livro: A Importância do Design para sua empresa



Nas minhas andanças pela web afora, encontrei esse excelente texto do Zeh Fernando, que lista 10 dicas para os primeiros 10 anos de carreira. Aproveitem:

Dez dicas para seus primeiros dez anos de carreira

1. Faça o que você gosta. Importante por dois motivos: você trabalha mais feliz, e você tem mais gás para ir atrás e se atualizar. Querer trabalhar com algo que você não gosta só porque dá dinheiro ou tem demanda é receita pra uma qualidade de vida inferior.

2. Tenha foco, mas não tenha medo de ser multidisciplinar. Especialize-se em algo. Animador não tem de saber programação. Programador não tem de saber design. Os profissionais ideais não são os que fazem tudo, mas os que fazem bem seu trabalho - e que, talvez, saibam um pouco de outras áreas. Ser multidisciplinar é legal pra ficar antenado no que rola, e ter conhecimentos que lhe permitem explorar bem sua própria área de atuação. As únicas empresas que querem profissionais que fazem tudo são empresas que não sabem que tipo de profissional querem contratar (e isso vem de um programador que desenha, gosta de animação, e de modelagem 3d).

3. Aprenda inglês. A quantidade de informações em inglês é extremamente vasta, muito maior do que a quantidade em qualquer outra língua, bem como a velocidade com que tal informação é gerada. Saber inglês abre inúmeras portas e faz com que o seu conhecimento em potencial aumente de forma exponencial. Todos devemos aprender inglês para leitura o quanto antes.

4. Mantenha uma lista de pendências. Dica prática: manter uma lista do que deve ser feito num projeto te ajuda a realizá-lo. O ideal é começar com uma lista bem alto nível, com tarefas bem gerais, e ir detalhando conforme você as realiza. Além disso, a lista pode funcionar como um guia da metodologia que você usará pra realizar uma tarefa, já que você pode listar as tarefas que devem ser criadas em ordem cronológica. As listas devem ser simples: um item por linha, e você vai riscando (ou apagando) itens conforme são feitos. Eu mantenho listas de pendências em documentos do Google Docs, e uma lista meta, mais geral, num bloco de papel que deixo anotado do lado do computador mesmo.

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

5. Arquive seus trabalhos.
6. Aprenda a achar as respostas, ao invés de saber tudo.
7. Faça seu portfólio.
8. Portfólio tem de ser simples.
9. O melhor lugar pra trabalhar é um conceito relativo.
10. Salário não significa (quase) nada.
xx Dica Extra: Tenha karma.

O site CollegeHumor é excelente. Volta e meia eles produzem vídeos engraçados sobre Design. Dessa vez separei dois sobre um assunto que sempre rende discussão entre designer: FONTES!

PS.: Os vídeos estão em inglês.





Artigo de 2005 retirado do site Webinsider. Apesar de antigo, o texto continua muito atual e com excelente conteúdo. Desfrutem.


Uma interface mal projetada pode significar a rejeição de um sistema. O projetista ou designer de interfaces é praticamente o responsável pela tomada de decisão e pelo clique do usuário. Sua empresa tem um?

Por Renato Rosa

O crescimento exponencial da internet como meio de comunicação e ambiente definitivo de negócios começa a adquirir características complexas nestes últimos anos, exigindo uma abordagem projetual integrada da Gestão de Comunicação e Informação. Para um adequado desenvolvimento de projeto, seja ele de um simples website a uma grande intranet corporativa, deve–se levar em conta três fatores prioritários: usuário, sistema e interface.

O usuário - principal causa do sucesso desse meio - é o componente mais importante, pois qualquer sistema de computador é construído em virtude dele. Do ponto de vista do usuário, pouco importa a complexidade interna do sistema, o que interessa para ele é somente o que é visto e o que pode ser feito, ou seja, as partes externas do sistema.

O sistema está diretamente relacionado aos aspectos técnicos de análise e programação. Isto é, as operações realizadas de forma correta e adequadas para seu funcionamento e que são transparentes ao usuário. Do ponto de vista da informática, a engenharia de softwares e de sistemas destaca–se como disciplina interessada em sistematizar e desenvolver métodos, técnicas e ferramentas que permitam implementar e desenvolver funcionalidades de um sistema web.

A interface é responsável por uma parte fundamental do sistema, a parte visível para o usuário, através da qual ele se comunica para realizar as tarefas desejadas. Quando bem projetada, pode tornar–se uma fonte facilitadora e, dependendo de suas características, uma grande ferramenta para o usuário. Caso contrário, pode transformar–se em um ponto decisivo na rejeição de um sistema, na limitação de uma ferramenta ou na execução de tarefas.

A função projetista de interfaces, ou designer de interfaces, surgiu praticamente com o amadurecimento do meio digital, passando a responder por resultados econômicos e qualitativos. Um projetista de interface é responsável basicamente por três atributos de qualquer interface: formato e densidade informacional, a localização desta informação na interface e o modo de interação com o usuário.

O projetista define onde se localizará determinado componente em função da sua pertinência e relevância de acesso, a densidade desse componente orientada às limitações cognitivas dos seus usuários e onde - especificamente - ele estará na interface.

As atividades de um projetista não se resumem a produções massivas de arquiteturas ou, como costumamos chamar, wireframes. Incluem entender a lógica de navegação do ambiente, fomentar acesso às páginas menos acessadas e a conteúdos relacionados, orientar a navegação do usuário, estabelecer zonas de apoio à sua interação e até modificar nomenclaturas de zonas de salto, garantindo interfaces mais intuitivas e orientadas ao usuário.

O projetista de interface não atua somente no início do processo de desenvolvimento. Ele valida cada etapa finalizada, observando o formato de comunicação estabelecido pelo diretor de arte, a consistência das interfaces replicadas pelo webdesigner e até o peso das páginas suportadas pelo usuário do ambiente. Ele executa testes de interação, observação de campo e levanta tendências comportamentais de cada perfil de usuário, com o objetivo de contemplar todas essas premissas nas interfaces que vão sendo desenvolvidas.

Se a interface tem o principal objetivo de dar suporte à tomada de decisão do usuário, o projetista faz com que essa ação não seja equivocada ou acidental. É preciso evitar a evasão do usuário em qualquer momento.

O tempo de acesso do usuário, a relevância do serviço prestado pelo ambiente e uma avaliação do contexto em que o usuário está inserido são algumas premissas a serem observadas nesse trabalho, constituído de muita pesquisa, planejamento, cuidado e extremo bom senso.

Tudo isso é trabalho do projetista de interface (ou designer de interfaces; não importa o nome, pois o trabalho não diminui). Agora que você já sabe que esse profissional é responsável - praticamente - pela tomada de decisão do “seu” usuário (o famoso clique), eu pergunto: sua empresa já tem um?

18 de Abril de 2009



Original: Freelance Switch
Tradução: Diego Ghiggi


18 de Abril de 2009



Original: Freelance Switch
Tradução: Diego Ghiggi


17/05/2009

Quem odeia diz que o Twitter é inútil, que não agrega nada, e que é moda passageira. Bom, se for usado somente para informar "o que você está fazendo agora", que é o objetivo oficial, certamente cai na monotonia e no desinteresse. Mas a grande maioria dos usuários, pelo menos os que eu sigo, não usa somente assim.

Não lembro exatamente onde eu li/ouvi isso, mas lembrei da melhor definição para o Twitter que eu conheço: "Twittar é como se você cutucasse o colega ao lado para lhe mostrar algo."

As possibilidades são diversas, desde divertimento, passando por networking, aprendizado e etc. As twittadas não são restritas, qualquer um que tenha o "Fulano" adicionado vai ver suas mensagens, a não ser que o sujeito bloqueie suas twittadas.

Uma das coisas mais divertidas do site é poder personalizar do seu jeito, mudando cores dos elementos do seu perfil e colocando um plano de fundo padrão ou qualquer outro de sua escolha. O meu, por exemplo, atualmente é esse:

Diego Ghiggi



Muita gente acaba criando fundos incríveis. Tem de todo tipo: engraçado, colorido, bem sacado, irônico... de tudo um pouco. Aqui vai então uma lista que eu organizei com 30 perfis muito criativos:


G_Obieta


dansoares


xcake


waynesutton


jodyphillips


joaobem


morroida


canha


abduzeedo


Farrhad


felipeneto


anousone


Go_Media


gopalraju


escapist


JeremiahDaly


chrisspooner


marimoon


_enzo


bigjonevans


HungryGirl


canvascubed


KimDeanArt


kevincrafts


DesignerDepot


iThinkMedia


idesignstudios


NoLuckNeeded


mausaldanha